Não careço nem ponto nem vírgula pra afirmar que Anselmo Duarte, desencarnado ontem, é um dos nomes essenciais do cinema brasileiro - e sempre o será.
Sua láurea em Cannes, que desbancou Antonioni e Bresson, foi vítima da neoinveja instaurada, apoiando sua mágoa no suposto conservadorismo dos moldes do filme. Anselmo foi tão conservador com "O pagador de promessas" quanto Vittorio De Sica em "Ladrões de bicicletas".
Ou seja: ¿ e lá estava Anselmo interessado em imitar Godard ou o penteado do Chabrol, andar com a gola olímpica do Truffaut e especular sobre a metafísica do cinema? Seu interesse estava em bem contar uma história, acima de tudo.
Como ator, foi um monstro. "Os casos dos irmãos Naves", do inovador Luís Sérgio Person, é exemplo único.
Nasceu em 1920, em Salto. E morreu ontem. Dia 7 de novembro de 2009 - Pr´este garanto que Morte não tem.
Cachorro magro
Ah sim, hora de rastejar um pouco.
Começa em mim a erupção de indignação contra os que atacam o pobre Caê Veloso®.
Afinal, essa lorpa ambulante (é o cara da foto acima) tem tanta coerência intelectual quanto um jogador que beija o escudo do Palmeiras e vai pro Corinthians.
Caetano® é um caso de persona que quer a qualquer preço sobrepôr-se ao que realmente é: um bom compositor. O autor de Transa, Jóia, Bicho, Muito, adoro todos. Até flertei com Araça Azul.
Sim, é essa persona afetada e modernosa que toma o lugar de qualquer resquício de respeitabilidade que poderia haver neste cosmopolita carlista global, o especialista de tudo, sem domínio evidente de nada, parvo como escritor, e com boa parte da obra musical digna da lata do lixo.
Superou os recordes com a fala rançosa sobre o Lula. Nem se Lula fosse, aliás, o que este hierofante do saber-tudo diz ser, seria digno partir com um comentário daqueles.
"Todo mundo era poeta, todo mundo era atleta, todo mundo era tudo". Caetano® é tudo mesmo. Olhe mais perto e veja que não tem nada. É o desespero do cachorro morto que, carente que está de mídia vai atacando quem tem de sobra.
E segue Caê®, se jogando ano a ano nos braços da Globo - mas ao contrário de Roberto Carlos, que não solta essas asneiras e se contenta com o repertório de sempre.
Parem de implicar com o Caezinho®: se não há palhaços, quero meu ingresso deste circo de volta!
22hs02
Sua láurea em Cannes, que desbancou Antonioni e Bresson, foi vítima da neoinveja instaurada, apoiando sua mágoa no suposto conservadorismo dos moldes do filme. Anselmo foi tão conservador com "O pagador de promessas" quanto Vittorio De Sica em "Ladrões de bicicletas".
Ou seja: ¿ e lá estava Anselmo interessado em imitar Godard ou o penteado do Chabrol, andar com a gola olímpica do Truffaut e especular sobre a metafísica do cinema? Seu interesse estava em bem contar uma história, acima de tudo.
Como ator, foi um monstro. "Os casos dos irmãos Naves", do inovador Luís Sérgio Person, é exemplo único.
Nasceu em 1920, em Salto. E morreu ontem. Dia 7 de novembro de 2009 - Pr´este garanto que Morte não tem.
Cachorro magro
Ah sim, hora de rastejar um pouco.
Começa em mim a erupção de indignação contra os que atacam o pobre Caê Veloso®.
Afinal, essa lorpa ambulante (é o cara da foto acima) tem tanta coerência intelectual quanto um jogador que beija o escudo do Palmeiras e vai pro Corinthians.
Caetano® é um caso de persona que quer a qualquer preço sobrepôr-se ao que realmente é: um bom compositor. O autor de Transa, Jóia, Bicho, Muito, adoro todos. Até flertei com Araça Azul.
Sim, é essa persona afetada e modernosa que toma o lugar de qualquer resquício de respeitabilidade que poderia haver neste cosmopolita carlista global, o especialista de tudo, sem domínio evidente de nada, parvo como escritor, e com boa parte da obra musical digna da lata do lixo.
Superou os recordes com a fala rançosa sobre o Lula. Nem se Lula fosse, aliás, o que este hierofante do saber-tudo diz ser, seria digno partir com um comentário daqueles.
"Todo mundo era poeta, todo mundo era atleta, todo mundo era tudo". Caetano® é tudo mesmo. Olhe mais perto e veja que não tem nada. É o desespero do cachorro morto que, carente que está de mídia vai atacando quem tem de sobra.
E segue Caê®, se jogando ano a ano nos braços da Globo - mas ao contrário de Roberto Carlos, que não solta essas asneiras e se contenta com o repertório de sempre.
Parem de implicar com o Caezinho®: se não há palhaços, quero meu ingresso deste circo de volta!
22hs02














